
Quando eu te amei pela primeira vez foi como subir aos céus e tocar no infinito...
Foi o nascer do amor maior e mais bonito...
O amor mais puro e inocente...
O mais intenso e valente...

Quando eu te amei pela segunda vez, foi como descer ao abismo e tocar na morte...
Foi a agonia do amor mais forte...
O amor mais resistente e nobre...
O mais profundo de todos os mundos(inclusive do abismo)...

Quando eu te amei pela terceira vez, foi das cinzas ressurgir...
O amor que me fez vencer a morte que de ti recebi...
O amor que ainda entoava o som emudecido do “bem-te-vi”...
Que amor é esse? Diziam todos a mim...
Que amor é esse?
É o amor “bem-te-vi”...

Quando eu te amei pela última vez, foi como implodir os restos de um mundo deserto;
Onde a solidão era a única companhia de meu coração...
Onde os pedaços de sonhos estavam espalhados pelo chão a espera de uma ressurreição...
Até que do trono do Altíssimo veio a explosão e o milagre não foi a ressurreição do amor maior...
Foi a Serendipity do amor melhor...

E eu acho que é hora de dizer-lhe adeus... O adeus que não recebi...
Adeus meu amor “Bem-te-vi”...

Na eternidade lhe contarei do meu amor “Bem-Me-Vi”, o BEM MAIOR que das mãos do Pai recebi, pois de você eu apenas “bem-te-vi”...
Quando eu te amei , por todas às vezes, eu apenas “bem te vi” em cada uma delas, em todas as primaveras...
SERENDIPITY -Andrea Léo
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