Quando o José Henrique morreu eu entrei numa crise de dúvida sobre o que seria destino...
Afinal, escreveríamos ou não a nossa história?
Eu esperava um dia poder entregar meu coração ao José ( com acento!), mas ele partiu antes que eu pudesse pegar na caneta...
E com sua morte eu não somente acordei, mas aprendi uma verdade suprema:
ENTRE O BERÇO E O CAIXÃO, A CANETA ESTÁ EM NOSSAS MÃOS!
Não existe destino traçado, existe destino conquistado!
Eu dei meu coração, guardado por uma vida inteira, ao Jose sem acento...
O amei como nenhum homem foi ou será amado...
Mas, hoje, aprendi que posso escolher o que escrever e não quero mais versos de dor...
Quero um FELIZ AMOR...
APENAS AMOR!
NUNCA MAIS DEIXAREI NINGUÉM ME OFERTAR VERSOS DE DOR...
SOMENTE FICARÁ EM MINHA VIDA QUEM ME DER MOTIVOS PARA ESCREVER PÁGINAS COLORIDAS, POIS PARA AS LINHAS DO DESTINO QUE ESCOLHEMOS TRAÇAR, NÃO HÁ BORRACHA PARA QUE POSSAMOS REFAZER OU APAGAR...
( SERENDIPITY- ANDREA LÉO)
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